
Você já se sentiu exausto apenas por ter que decidir o que jantar? Para quem vive com TDAH, a fome muitas vezes não vem acompanhada de uma solução, mas de um problema matemático insolúvel. Como explica o nutricionista Átila Orteiro (CRN-3 85932), “O que parece ser indecisão é, na verdade, uma sobrecarga das funções executivas. O cérebro neurodivergente gasta tanta energia tentando filtrar opções que, no fim, a paralisia vence a fome”.
A paralisia de decisão não é uma falha de caráter, é neurobiologia. Enquanto um cérebro neurotípico utiliza filtros automáticos para descartar opções irrelevantes, o cérebro com TDAH processa estímulos de forma mais horizontal.
Quando não conseguimos decidir, o corpo não para de sentir fome. Pelo contrário: a glicose cai, a irritabilidade sobe e o cérebro entra em modo de sobrevivência. O resultado? Quando a decisão finalmente acontece, ela é baseada na impulsividade. É aqui que entram os ultraprocessados e o comer emocional — não por falta de disciplina, mas como uma tentativa desesperada do cérebro de obter energia rápida.
Para o nutricionista Átila Orteiro, a solução não está em dietas de gaveta com 20 opções de substituição. A estratégia precisa ser inversa:
Entender o seu funcionamento é o primeiro passo para uma relação de paz com a comida. A nutrição comportamental para neurodivergentes não foca apenas no que está no prato, mas em como você chega até ele.
Se você se identificou com esse ciclo de exaustão e quer construir uma rotina alimentar que respeite o seu ritmo cerebral, o Átila Orteiro pode te ajudar. Com foco em Nutrição Comportamental e Neurodivergências, o atendimento é desenhado para criar autonomia, e não mais sobrecarga.
Átila Orteiro: nutricionista em Salto e online
Os atendimentos acontecem presencialmente na cidade de Salto/SP e também online para qualquer lugar do Brasil — e do mundo. Sempre com um olhar diferenciado para questões comportamentais e de saúde mental.
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